Poema ao teu amar
14:07
Luiz Alberto de Quadros Gonsalves
Teus olhos são tão doces
A doçura de quem viveu uma vida.
Desculpes, não sou como esperas,
Guardo comigo uma áurea reprimida,
Sem cura,
Perdida, quem sabe
Em uma rua escura.
Minha alma ti vê como amiga verdadeira e sincera.
Meu corpo ti deseja como mulher faceira
Na nascente dum rio de paixão
Em um mundo de uma nova Utopia.
Sonho com teus beijos,
Suor
E movimentos frenéticos,
Com ritmos.
Acordo sem a lua cheia
Com esta dor que incendeia,
Longe de teu amar.
Luiz Alberto de Quadros Gonsalves
Teus olhos são tão doces
A doçura de quem viveu uma vida.
Desculpes, não sou como esperas,
Guardo comigo uma áurea reprimida,
Sem cura,
Perdida, quem sabe
Em uma rua escura.
Minha alma ti vê como amiga verdadeira e sincera.
Meu corpo ti deseja como mulher faceira
Na nascente dum rio de paixão
Em um mundo de uma nova Utopia.
Sonho com teus beijos,
Suor
E movimentos frenéticos,
Com ritmos.
Acordo sem a lua cheia
Com esta dor que incendeia,
Longe de teu amar.
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